sexta-feira, 26 de agosto de 2016

Comitê Territorial de Juventude do Mato Grande realiza a terceira oficina de Juventude do Mato Grande

O Comitê de Juventude do Fórum de Desenvolvimento Territorial do Mato Grande (FOMAG) e o Núcleo de Extensão e Desenvolvimento Territorial da Universidade Federal do Rio Grande do Norte - NETED/UFRN, realizam neste dia 26, em Jandaíra, a terceira Oficina de Juventude do Mato Grande, o evento acontece no auditório do Sindicato dos Trabalhadores Rurais, a oficina traz o tema "Juventude e Diversidade".

O evento tem como parceiros o CNPq, Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), LABrural/UFRN, TECHNNE, Sind. dos Trab. Rurais de Jandaíra, Incubadora OASIS/UFRN e a Associação de Apoio as Comunidades do Campo - AACC. Participam 70 jovens dos municípios de Jandaíra, João Câmara, Parazinho, Pedra Grande, Poço Branco, Pureza, São Miguel do Gostoso, Ceara Mirim, Taipu, Touros e Bento Fernandes.








quarta-feira, 24 de agosto de 2016

UFRN inicia segunda turma de graduação em Gestão de Cooperativas



Dado o processo de seleção simplificada a Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) iniciou na última segunda feira (22), iniciou a segunda turma de graduação em Gestão de Cooperativas. O curso ocorre se iniciou desde de 2013 com a primeira turma e fruto da parceria entre a UFRN e o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA) através do Programa Nacional de Educação na Reforma Agrária (PRONERA).

O curso vem sendo formulado e coordenado na UFRN pelo Centro de Ciências Aplicadas através da coordenação do professor Washington José de Souza e a Incubadora OASIS.

O PRONERA:

O PRONERA é fruto da luta histórica dos movimentos sociais e sindical que atuam no campo brasileiro e no Rio Grande do Norte. Como fruto dessa luta e proposto pelos movimentos foi criado ainda no final da década de 1990, já financiou a educação de jovens e adultos na reforma agrária e nos últimos anos vem financiando a formação acadêmica dos assentados, assentadas, filhos e filhas de assentados, áreas quilombolas ou quem atua na assistência técnica e extensão rural na reforma agrária.

Universidades reivindicam Pibid como Política de Estado e entregam documento a Fátima



Diante de sérias ameaças a investimentos voltados para a Educação, coordenações institucionais do Pibid no RN entregaram à senadora Fátima Bezerra, nesta segunda-feira (22), minuta do Projeto de Lei que propõe tornar Política de Estado o Pibid (Política Nacional de Iniciação à Docência. O documento foi entregue durante abertura das atividades do Pibid-RN (UFRN, IFRN, UERN, UFERSA, UNIFACEX) no semestre 2016.2, na Escola de Música da UFRN.

O programa tem atualmente 2569 bolsas no Rio Grande do Norte, informou o coordenador institucional do Pibid na UFRN, Lucrécio Araújo. Segundo o qual, 254 instituições de ensino superior são contempladas pelo programa de formação de professores em todo o Brasil.

A PEC 241, proposta pelo governo interino, foi citada pela secretária de educação de Natal, Justina Iva, e pela presidente do FORUMDIR, professora Márcia Maria Gurgel, como medidas bastante ameaçadoras à educação e outras áreas sociais. "Não interessa hoje a esses que aí estão no poder um povo educado”, disse Justina Iva.

Na ocasião, a senadora Fátima lembrou a pesquisa do Ipea que atesta: se a PEC 241 tivesse sido aplicada entre 2006 e 2015, teriam sido retirados R$ 321 bilhões do país. “Não haveria a expansão da educação e tantos programas que conhecemos hoje. O Pibid não teria nascido, em 2007. Mas ele nasceu e não vai morrer. O país não vai aceitar esse golpe na educação", disse a senadora.

A reitora da UFRN e presidenta da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes), Ângela Paiva Cruz, alertou sobre a necessidade de uma mobilização institucional. “O que nós precisamos fazer é a defesa da educação de qualidade gratuita, porque não basta ser pública. Fala-se sim, dentre outras coisas no Brasil, em privatização do ensino superior, sob a premissa de que nós temos elite aqui dentro”, disse a reitora, ao explicar grande equívoco do governo Temer.

A Andifes divulgou na semana passada que dois em três alunos de universidades federais são das classes D e E. “Essas políticas implementadas nos últimos anos garantiram que os alunos da escola pública, os negros, os pardos, os indígenas, os quilombolas tivessem, com mais justiça, mais condições de ingressar nas universidades. A universidade não é mais lugar de elite. A universidade pública hoje tem a cara do Brasil”, disse Ângela Paiva Cruz.

Henrique Alves está com um pé em Curitiba


O negócio está complicando para Henrique, alguns advogados da terrinha diz que ele caindo no colo do primo Moro a desgraça está feita.

Hoje, a Coluna Painel da Folha de São Paulo informou que Janot quer empurrar Henrique para os cuidados de Moro em Curitiba.

PGR pede desmembramento de caso de Henrique Alves para que Curitiba apure crime financeiro

POR PAINEL

Rumo ao Sul A Procuradoria-Geral da República pediu ao Supremo para que o Ministério Público em Curitiba investigue se o ex-ministro Henrique Alves cometeu crime financeiro. Ele já foi denunciado ao STF por corrupção e lavagem de dinheiro.

Blog do Primo

domingo, 21 de agosto de 2016

Fátima fala sobre sua carreira política em evento da Fetam e da Confetam



“Fiz campanha em garupa de moto e pegando carona”, disse a senadora Fátima Bezerra a candidatos de todo o RN, ao ministrar palestra "A importância da construção de um projeto político voltado à classe trabalhadora", nesta sexta-feira (19). Ela se referia a sua primeira campanha, em 1994, quando foi eleita deputada estadual.

O convite foi da Federação dos Trabalhadores na Administração Pública Municipal do Estado do Rio Grande do Norte (Fetam/RN). Na ocasião, foi lançada a Plataforma Política da Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal (Confetam/CUT) e a carta-compromisso da Fetam/RN às eleições municipais de 2016. As cartas foram assinadas pelos candidatos(as) a prefeito(a), vice e vereador(a) ligados aos movimentos sindicais e sociais.

Campanhas sem recursos financeiros são comuns para candidaturas que nascem das bases sociais. E foi sobre isso que a senadora Fátima falou, encorajando os participantes do evento, no auditório da Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Estado (Feta/RN).

Ao longo de mais de 20 anos de carreira política, outras dificuldades surgiram, até que chegou o desafio da campanha vitoriosa para o Senado, em 2012. "Está aqui a professora, primeira senadora de origem popular do RN".

Ela disse ainda que, reconhecendo a importância do partido, o que a levou ao Parlamento foram os movimentos sindicais e sociais. Também apresentou histórico desses movimentos no país. “A luta dos trabalhadores no Brasil é anterior à organização dos partidos de esquerda”. E ainda falou sobre a presença no Congresso de políticos que nasceram das classes trabalhadoras.

“Por mais comprometido, atuante e dedicado que seja um deputado, vereador ou senador seu mandato será limitado se não tiver eco junto à sociedade e suas iniciativas correspondam a isso”, disse, ressaltando também que um mandato popular não substitui a força dos movimentos sociais.

Fátima também lembrou a conjuntura nacional falando sobre o golpe em curso na Presidência do país. A presidenta da Confetam/CUT, Vilani Oliveira, alertou a todos que é preciso falar sobre o tema em cada município.

“Alguns sindicalistas dizem que não precisam discutir o Fora Temer, que isso é coisa de partido. A gente precisa sim tomar partido e inclusive ter candidato”, disse Vilani.

quarta-feira, 17 de agosto de 2016

Por 59 votos a 21, Senado aprova fim das férias, do 13º salário e privatizações


Por Jornalista e blogueiro paranaense, Esmael Morais é responsável pelo Blog do Esmael, um dos sites políticos mais acessados do seu estado

Na calada da noite, por 59 votos favoráveis e 21 contra, o Senado deu mais um passo rumo à aprovação do fim das férias, do 13º salário, aumento da idade para aposentadoria, congelamento de salários por 20 anos, privatizações de empresas públicas e troca do nome do Brasil de República Federativa do Brasil para “República Golpista das Propinas do Brasil”.
O país soube no último final de semana que o interino Michel Temer (PMDB) e seu séquito de ministros provisórios foram delatados por receber propina da Odebrecht. Eles embolsaram, juntos, R$ 33 milhões de dinheiro sujo, segundo procuradores da Lava Jato.
Volto ao golpe desta madrugada. Evidentemente que esse resultado não é definitivo. Já era esperado nessa etapa. Os trabalhadores e o povo brasileiro ainda podem reagir e os senadores podem mudar o voto, como naquela votação dos destaques cujo placar foi 58 votos a 22.
Não é o afastamento de Dilma Rousseff que está em jogo, como foi dito aqui ontem. São os direitos sociais e a CLT — as leis protetivas dos trabalhadores — que correm risco de serem revogadas. Por isso a necessidade de afastar a presidente mesmo sem crime de responsabilidade.
Muita água ainda vai rolar debaixo dessa ponte até o início do julgamento do mérito, pelo mesmo Senado, até o fim deste mês. Tem senador que não quis revelar sua posição na votação desta madrugada, que, no juízo final, pode mudar…
Caso fique tudo como está, se consolide a cassação de Dilma, os movimentos sociais e sindicais que preparem o lombo para encarar a Lei Antiterror. O interino Michel Temer não se fará de rogado para utilizar dessa ferramenta antidemocrática visando a retirada de direitos sociais e trabalhista. Ele já deu mostras na Olimpíada quando censurou manifestações contra o golpe nas arenas dos jogos no Rio.
Paralelamente a perdas de direitos políticos, sociais e trabalhistas, se içado à condição de titular, Temer não titubeará para cassar partidos e criminalizar ainda mais a oposição para consolidar o golpe de Estado — contra os trabalhadores e o povo brasileiro.
Fonte: Brasil 247 10 de agosto de 2016

Entidades ligadas à educação pedem rejeição da PEC 241


A vice-presidente da Comissão de Educação, Cultura e Esporte, senadora Fátima Bezerra recebeu, nesta quarta-feira (17), representantes do Fórum Nacional de Educação, que demostraram sua preocupação com a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 241/2016. A proposta limita o aumento dos gastos públicos à taxa de inflação do ano anterior, por um período de 20 anos.

Segundo o coordenador da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, Daniel Cara, a proposta prejudicará o cumprimento das metas do Plano Nacional de Educação. “O cenário é complicado: temos uma situação bem complexa. A discussão da PEC tem que ser feita com calma. Além disso, temos um debate sobre a constitucionalidade da proposta. Vários promotores têm falado que a PEC não é constitucional, pois propõe que as áreas do governo disputem entre si, ou seja, quando uma área ganha a outra tem que perder. Resumindo: essa é a PEC da desigualdade”, afirmou.

O coordenador do Fórum Nacional de Educação, Heleno Araujo, ressaltou a preocupação das entidades com a realização da Conferência Nacional de Educação-2018 e com o próprio funcionamento do fórum. Segundo ele, até o momento, o Ministério da Educação e o governo interino não apresentaram as planilhas orçamentárias para a realização da conferência.

A senadora Fátima Bezerra afirmou que, mesmo diante do desconhecimento do papel do Fórum pelo governo interino, a Comissão de Educação do Senado chamará a entidade para todos os debates sobre as metas do Plano Nacional de Educação (PNE). Fátima ressaltou ainda que, na próxima semana, fará uma reunião com o senador Romário, para tratar da PEC 241. “ É obrigação da comissão tratar desses assuntos. Não aceitamos retrocessos na área da educação, principalmente, por propostas feitas por um presidente interino que não tem nenhuma legitimidade. Se aprovada, a PEC 241 revogará a Lei do PNE e ferirá os direitos sociais”, ressaltou.

O encontro contou também com a participação da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação - CNTE, da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação - Undime, da CUT - Central Única dos Trabalhadores, da Confederação Nacional dos Trabalhadores Na Agricultura - CONTAG, do Proifes e do Movimento Interfóruns da Educação Infantil do Brasil –MIEIB, além da Associação Nacional pela Formação dos Profissionais de Educação e da Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais.

Presidente da Associação do Assentamento Guarapes convoca associados para Assembleia Geral sobre processo eleitoral da Associação

O Presidente da Associação do Projeto de Assentamento Guarapes, localizado em Jandaíra/RN, Edivan Caneiro da Silva, convoca todos os associados e associadas para participarem da Assembleia Geral Extraordinária, a se realizar neste sábado, dia 20 de agosto, na Escola Francisca Clemente Cardoso (escola local do assentamento), as 18 horas em primeira convocação e em segunda convocação uma hora após para discutirem e deliberarem a seguinte pauta:

  • Escolha de Junta Governativa da Associação;
  • Outros assuntos do interesse de todos.
A Junta Governativa de acordo com o Estatuto Social da Associação é um órgão, formado por três associados escolhidos em Assembleia Geral que terá o papel de governa a Associação por 90 dias e nesse prazo realizar a eleição para escola da nova Diretoria e Conselho Fiscal da Associação. 

sábado, 13 de agosto de 2016

O Comitê Potiguar em Defesa da Educação Pública

No dia 08 do corrente mês, no Sindicato dos Trabalhadores da Educação do Estado do Rio Grande do Norte - SINTE, no seu auditório, localizado na Av. Rio Branco, Cidade Alta, Natal/RN, foi lançado o Comitê potiguar em defesa da educação pública, pela democracia e contra o golpe, que esta por se consumar, mas, sofrendo uma barreira de legitimidade imensa.

O lançamento foi representativo, podendo destacar a presença de Teixeira, coordenando pelo SINTE, de Gilka Pimentel, professora da UFRN pela ADURN Sindicato, Aparecida Fernandes pelo Sindicato do Instituto Federal, de jovens estudantes representantes da UBES e da UNE, Júnior Souto representando o mandato da Senadora Fátima Bezerra, Professores e Vereadores do interior, Vereadores Hugo Manso e George Câmara, personalidades como Andrezza Tavares, Carla Tatiane, Olavo Ataíde,  e o Deputado Estadual Fernando Mineiro, o Comitê potiguar de juristas pela democracia, dentre tantos outros comprometidos com a educação do estado, democrática, plural, e capaz de formar cidadania.

A quebra da ordem jurídica democrática  está no Brasil e internacionalmente reconhecida. Não há crime de responsabilidade da Presidente Dilma, o que aconteceu foi um voto de desconfiança, como se o país fosse parlamentarista, como ficou dito pelos parlamentares, “pelo conjunto da obra”, apoiada pelo judiciário e pela grande mídia, para uma mudança de projeto, de deslocamento do rumo da economia, para o neoliberalismo, atacando os partidos, os movimentos  sociais, e principalmente as políticas públicas.

Nos primeiros momentos do golpe, o Ministério Público Federal no Rio Grande do Norte tentou atacar a liberdade de cátedra dos professores da UFRN, procurando intimidar a todos, desejando proibir a discussão política dentro da Universidade, mas recuou de tamanha estapafúrdia medida, mas a liberdade do ensino aprendizagem está garantida na Constituição Republicana promulgada em 1988, marco da construção da jovem democracia brasileira.

O ataque neoliberal deste governo provisório, apoiado por trezentos e três Deputados Federais denunciados, foi logo dirigido ao pré-sal, que sua regulamentação destinou do Fundo social  70% de suas verbas para a educação, dando uma nova dimensão a educação, e finalizou o programa ciência sem fronteira na graduação, quando já beneficiou cerca de cem mil educandos

Os próximos passos deste governo sem legitimidade será de privatizar o máximo a educação brasileira, mas, contará com a resistência da cidadania, dos movimentos sociais, dos Comitês da educação pública, como foi lançado no SINTE no Estado do Rio Grande do Norte, de todos os democratas, para garantir e assegurar, a dignidade humana, a inclusão social, e formação de uma cidadania livre, como estabelece a Constituição Republicana.

Por Dr Evandro Borges

sexta-feira, 12 de agosto de 2016

Acabou, doutor Moro: Lula não é ladrão — Desespero e perseguição são péssimos conselheiros


Por Davis Sena Filho, editor do blog Palavra Livre

Vamos direto ao ponto: Lula não roubou. E, se ele não roubou, não pode ser delatado por ninguém, como os malfeitores com culpa formalizada e os que não cometeram crimes, mas que são acusados pelos verdugos e políticos de direita da Lava Jato, que também exercem cargos de servidores públicos, que estão completamente contaminados ideologicamente, a ter a vaidade em um primeiro plano, bem como coautores de um golpe terceiro-mundista, juntamente com os parlamentares do Congresso Nacional, a imprensa familiar mais covarde e corrupta do planeta, além de terem como seus chefes diretos e cúmplices os juízes do STF e o procurador-geral da PGR.

Contudo, volto a reiterar: Lula não roubou. E, se ele não roubou, não pode ser injustamente e covardemente perseguido porque o doutor Moro, um juiz de província de primeira instância, resolveu fazer política para beneficiar a ex-oposição capitaneada pelo PSDB e que atualmente usurpa o poder central por intermédio de um golpe bananeiro, mas violento que mais uma vez transformou o Brasil em uma republiqueta de bananas com a carranca e o focinho das oligarquias regionais e da classe média coxinha de alma lacerdista.

Entretanto, Sérgio Moro continua em seu périplo persecutório de caráter primitivo, a cometer desbragadamente insubordinações perante os juízes do STF, especificamente os magistrados Ricardo Lewandowski e Teori Zavascki, sendo que os dois já foram afrontados pelo juiz que "Faz Diferença" para a golpista famiglia Marinho, assim como participa de eventos de políticos democutanos, exatamente aqueles que deram um golpe de estado criminoso contra a presidenta constitucional, Dilma Rousseff, a mandatária legítima e reeleita democraticamente com 54,5 milhões de votos.

Sérgio Moro, o juiz de província, que tem por objetivo prender o presidente Lula e que demonstra estar desesperado por não achar nada que o incrimine, como não acharam os procuradores plutarquianos de Brasília, de São Paulo e do Paraná, sujeitos obsessivos por desmoralizar Lula e desconstruir, definitivamente, sua imagem de líder popular e político de grandeza internacional.

Lula, apesar de ser alvo de insultos e perseguições constantes, que têm por propósito desumanizar sua condição humana, o líder trabalhista figura como principal político a liderar as pesquisas de candidatos a presidente da República, motivo pelo qual o sistema judiciário partidarizado e ideológico se movimenta com virulência e despudor.

Trata-se de um processo draconiano que chama a atenção dos setores democráticos e legalistas da sociedade brasileira, da América Latina, além de causar suspeitas e desconfianças a parlamentares dos Estados Unidos e da França, bem como da grande imprensa estrangeira, que considera como golpe o que ocorreu e está a ocorrer no Brasil por causa do afastamento da presidenta Dilma efetivado por um parlamento e um "presidente" interino usurpador, cuja maioria dos deputados e dos ministros é acusada de corrupção e responde a processos na Justiça, sendo que muitos dos golpistas já são réus.

A busca incessante por sua destruição, a começar pela feroz perseguição por meio de "investigações" e vazamentos de inquéritos e processos à imprensa alienígena dos magnatas bilionários sonegadores de impostos e autores de tratativas burlescas e daninhas aos cofres públicos, no que diz respeito a escândalos de corrupção como a Zelotes e o HSBC, além do Banestado, dentre outros casos nos quais estão envolvidos barões de mídias comerciais e privadas. Porém, "isto não vem ao caso" — como gosta de afirmar o juiz de primeira instância Sérgio Moro, que somente tem olhos para o PT. Trata-se de patologia. Um caso irremediavelmente patológico...

Sérgio Moro não é o precursor da "Justiça Seletiva". Todavia é, sem sombra de dúvida, um de seus principais precursores. É o fim da picada. Um juiz que não se atém apenas aos autos, como deve obrigatoriamente proceder qualquer juiz em qualquer lugar, país e tribunal a qual pertencer, seja ele uma vara de primeira instância ou a Corte mais importante do País, como é o caso do STF.

Sérgio Moro há muito tempo deveria ter sido punido e afastado de seu cargo para o bem do serviço público. Trata-se de um magistrado que cometeu crimes de ordem constitucional, jurídica e judicial. Moro rasga a jurisprudência e faz picadinho da Constituição, que é o alicerce do Estado de Direito. Aliás, Moro e sua turma do MPF e da PF curitibana não combinam com o Estado de Direito, pois os primeiros são como se fossem água, e o segundo, óleo. Não se misturam e não combinam.

Já elenquei, muitas vezes, as inúmeras estrepolias e os abusos de poder de tal protagonista da Lava Jato. Contudo, a mais emblemática das muitas diatribes do juiz provinciano, que age como se mandasse no País são: 1) A prisão coercitiva de Lula, similar a um sequestro promovido pelo Estado; 2) O vazamento do áudio de conversa entre Lula e Dilma; e 3) Os vazamentos sobre informações dos sigilos bancários, telefônicos e das redes sociais de Lula e de sua família. Entretanto, citei apenas três casos que denotam a covardia, a patifaria, a perseguição a um cidadão que não é réu, não responde a processos e que nunca foi condenado pela Justiça nem em primeira instância. Inaceitável.

Pelo contrário. Essa gente togada têm de dar satisfação ao cidadão contribuinte, que paga seu alto salário, sua mordomia e status. O Brasil, apesar do golpe de estado praticado por bandoleiros que tomaram de assalto a Presidência da República, com a absurda e temerária cumplicidade de juízes do STF e do procurador-geral da PGR, compreende o que está a acontecer, bem como aqueles que ainda não perceberam que houve um golpe, certamente que perceberão, porque, quanto mais se aproxima o julgamento de Dilma Rousseff no Senado, recrudescem os movimentos na internet e nas ruas contra o golpe bananeiro.

Se o golpe à moda "Banânia" ou "Los Macaquitos Blancos" for concretizado o Brasil não terá paz e esperança. Governar só será possível ao usurpador e traidor michel temer (o nome dessa peçonha é sempre escrito em minúsculo por se tratar de um pigmeu moral, político e citadino) por intermédio da repressão policial e da opressão publicitária e ideológica. Um verdadeiro inferno em forma de caldeirão e caos... Não haverá estabilidade institucional e democrática porque a Constituição foi rasgada, bem como uma presidente derrubada do poder sem ter cometido crime de responsabilidade. Impeachment sem dolo é golpe. Ponto.

O golpe realizado por criminosos, que deveriam estar presos, pois antinacionalistas, antidemocráticos e que desejam transformar o Brasil em uma "Banânia" sempre dedicada a atender às demandas dos ricos e dos muito ricos, porque, obviamente, os segmentos de classe média que apoiaram o golpe terceiro-mundista ficarão com o "mico", a chupar o dedo pelo simples fato de a "coxinhada" paneleira de barriga cheia e analfabeta política ser assalariada, ou seja, classe média empregada, com complexo de vira-lata, cabeça colonizada e metida a ser parte da "zelite", quando não é, nunca foi e jamais será!

O jogo acabou, doutor Moro. Lula não é ladrão; e o desespero e a perseguição são péssimos conselheiros. E por quê? Porque quando um juiz, procuradores e delegados não encontram nada que implique Lula em malfeitos e corrupções, mas mesmo assim continuam com a insistência para incriminá-lo, o servidor público perde sua autoridade, porque age e atua a perseguir o cidadão, mesmo a saber de sua inocência. Acabou, doutor Moro. Não há mídia golpista como esta que viceja no Brasil que possa, indefinidamente, manter a crença de que Lula é corrupto ou ladrão. Não há condição para tal covardia e perseguição sem fim, doutor Moro.

Nem o Delcídio Amaral comprovou o que disse. Um senador do PT com alma tucana. Nem o marqueteiro João Santana, autor das campanhas vitoriosos do PT. Nem os bandidos doleiros, sendo que muitos deles crias do PSDB, cujos políticos, absurdamente e vergonhosamente, são inimputáveis, como se fossem uma "classe" à parte, como os deuses. Nem os donos das construtoras, seus diretores e empresários de outros setores da economia, a exemplo do José Carlos Bumlai, que a imprensa de mercado pistoleira o chama de "O amigo do Lula", pois a finalidade é fazer com que o público que assiste, por exemplo, o péssimo "Jornal Nacional" fique em dúvida e passe a desconfiar da integridade moral de Lula. Nada mais fascista e covarde.

Quero lembrar, pois é salutar a quem acredita piamente na imprensa historicamente golpista, que o presidente do STF, Ricardo Lewandowski, retirou, no dia 18, a jurisdição do juiz Moro no que é relativo às gravações (parte da investigação da Lava Jato) que envolvem Lula em conversas com políticos com prerrogativa de função, que é chamada erroneamente pela imprensa da casa grande de "foro privilegiado". Tais processos estão indevidamente nas mãos de um político e juiz de primeira instância, que atende pelo nome de Sérgio Moro, da 13 Vara Federal do PSDB do Paraná.

Lewandowski ajuizou que as investigações nas quais Lula é grampeado por meganhas aecistas de Curitiba com a autorização de Moro devem ser separadas. Trata-se da volta ao SNI e ao DOI-Codi em pleno século XXI no ano de 2016 depois de 30 anos de democracia às custas de muita gente exilada, torturada e morta, a partir de 1964.

A Província de Curitiba, capitaneada pelo direitista Moro e seus pitboys da PF e do MPF, ressuscitaram a "arapongagem" no Brasil. Vou mais além: vazam, sem qualquer peso de consciência ou escrúpulo que os levem à razão, as investigações para a imprensa meramente empresarial, que de posse de tais informações se torna um poderoso "partido" de direita, que passa, então, a cumprir sua agenda política e ideológica, que, como todo mundo sabe, cooperou, e muito, para que o Brasil fosse mais uma vez vítima de um golpe de estado criminoso, travestido de legal e legítimo, que tem por finalidade impor o programa neoliberal dos demotucanos rejeitado pelo povo e derrotado quatro vezes consecutivas nas urnas pelo PT e suas lideranças.

O juiz Teori Zavasck está de férias, mas foi ele que anteriormente retirou do Moro as gravações de Lula com Dilma. É o Teori o relator do processo e, com efeito, trata-se do magistrado que analisa a legalidade das investigações no que concerne ao Lula. Entretanto, Moro tem o costume de passar com o trator por cima da jurisprudência, pois obcecado por Lula, bem como desesperado por não achar provas de malfeitos contra o maior político brasileiro de todos os tempos, a acompanhá-lo apenas o trabalhista gaúcho Getúlio Vargas — estadista e fundador do Brasil moderno.

Enquanto a jiripoca pia para o lado dos varões de Plutarco "abençoados" por coronéis midiáticos inimigos do Brasil, um dos capitães do mato da famiglia Marinho, que se chama Merval Pereira, adianta aos seus leitores coxinhas que o pessoal da Lava Jato não aceitará a delação de mais de 300 políticos por parte de Marcelo Odebrecht. Não aceitará porque... Adivinhe por quê? Não consta o nome de Lula. Além da Odebrecht, vale também informar que até agora as delações da Andrade Gutierrez, construtora ligadíssima aos tucanos, até agora não foram repercutidas pela imprensa mercadológica.

Oxente, por quê? Mas por que, uai? Qual é o porquê disso, tchê? Porque gente como Otávio Azevedo, da Andrade Gutierrez, e Marcelo Odebrecht detonariam de vez a ex-oposição demotucana e que hoje usurpa o poder por meio de golpe bananeiro, mas criminoso e violento. Em suas listas, documentos e redes sociais não constam Lula e Dilma. E sabe por quê? Porque os dois mandatários não são ladrões, não roubaram, não foram irresponsáveis e não fizeram pouco caso com o povo brasileiro. É isto, e por isto os procuradores de Brasília resolveram agir às pressas, como estivessem nos descontos do fim de um jogo bruto e violento, a apelar para acusações sem fundamentos e provas contra Lula.

De acordo com as denúncias de vossas excelências togadas, Lula e mais cinco pessoas, "mancomunadas em suas vis e pérfidas cumplicidades" (este período em aspas da oração é por minha conta), resolveram impedir a delação premiada de Nestor Cerveró, o servidor público que já roubava a Petrobras desde os tempos de FHC. Veja bem, Lula é acusado de uma suposta "TENTATIVA" de impedir a dedoduragem do corrupto Cerveró.

A verdade somente é uma e única: não há provas contra Lula. Odebrecht, Azevedo, Delcídio, Bumlai e um monte de delatores, que entregam até a mãe para sair da cadeia, jamais disseram que Lula está envolvido com esquemas de corrupção. Ponto. Joaquim Barbosa, Gilmar Mendes, Roberto Gurgel, Antonio Fernando de Souza, Rodrigo Janot, procuradores às pencas, delegados federais jamais encontraram provas contra Lula, porque o ex-presidente nunca roubou em toda sua vida. Lula não cometeu crimes e não participou de roubalheira contra o dinheiro e o patrimônio públicos.

Querem prendê-lo como se o líder trabalhista fosse caça, um troféu para que servidores públicos do Judiciário comprometidos com o establishment se engrandeçam para a posteridade junto aos coxinhas e aos reacionários que tratam o Brasil como republiqueta bananeira e mantenham o povo e os trabalhadores presos aos grilhões seculares da escravidão de 388 anos. Lula não é ladrão e prendê-lo sem provas para que o PT não tenha chance de competir nas eleições de 2018 será um ato de arbitrariedade e covardia sem igual no mundo ocidental nas últimas décadas. O status quo terá de recuar, porque não há crime sem dolo. É isso aí.